CLICHÊS.

Publicado: maio 30, 2012 em Uncategorized

Em mundo aonde tudo se copia, nada se cria, fica cada vez mais difícil encontrar originalidade. Perceba. As roupas, os tênis, os cabelos e até as frases de twitter  já não servem mais para demonstrar alguma coisa referente a pessoa. Servem, no entanto para dizer se ele ou ela se encaixam nos padrões estabelecidos.  Não se percebe mais o caráter e sim a aparência, cada vez vai mais fundo no abismo do nosso EGO.  E se a sua “personalidade” não for forte, impreterivelmente acabará sendo arrastado pela maré e ficará a ver navios. Escrevo e apelo para que hoje você sinta novamente o que ou quem você é. Olhe no espelho ou se quiser feche os olhos, seja original hahaha, mas encontre os SEUS objetivos, sonhos, vontades. Escreva as suas frases. Viva a sua verdade. Seja  GRANDE e perceba que ser você ainda é o melhor jeito para ser feliz. Fuja dos clichês “Para nossa alegriaaaaaaaaaaaaa”!

AGORA O PAPO É MUITO MAIS RETO 🙂

IL

Aba, Pai

Publicado: maio 26, 2010 em Uncategorized

‘Porque Deus amou ao mundo de TAL MANEIRA que deu seu Filho Unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna’ João 3.16

Antes mesmo que eu nascesse o primeiro milagre já havia começado a ser realizado em minha vida.  A minha mãe biológica na época não tinha condições de me criar. Foi ai que surgiu a idéia de espalhar pelo bairro se alguém queria uma criança que em breve nasceria e depois de muito procurar encontrou.

Em uma bela noite típica de São Paulo nasci e logo fui preparado para habitar em um lar que a princípio não era o meu. Ao  sair de casa  a minha mãe adotiva só disse para o meu pai que estava indo busca pão. Fez o percurso todo orando para que o meu pai aceitasse. Ao retornar  me trouxe embrulhado em um saco de pão,  segundo ela a alegria foi imensa por ambas as partes porque não podiam ter filhos.

Quando eu tinha sete anos, a casa estava agitada com a preparação de um bolo. Entre farinha, leite, ovos e uma pequena discussão a minha mãe me chamou na cozinha. Assim que cheguei me disse que eu não havia nascido dela, na hora só olhei fundo em seus olhos e disse que não fazia diferença pra mim. A garra, esforço, dedicação e empenho no qual os dois cuidavam de mim já havia rompido essa barreira.

Infelizmente  na minha pré- adolescência, pela manhã, meu pai acordou  muito mal e mesmo assim  não queria ir ao médico.  Policiais, enfermeiros, parentes estiveram aqui em casa e ninguém o convenciam até que a minha mãe conseguiu. Quando saímos à ambulância, lembro que a rua estava cheia e foi aquela confusão. No hospital ele encontrou uma enfermeira que era evangélica e depois de muita conversa o coração do homem mais duro que eu conheci, se dobrou. Ele aceitou a Cristo e morreu segundo algumas pessoas.

Por um ano fiquei em depressão, a minha rotina era casa/escola e foi nesta época que perdi algumas amizades de infância. Apesar de ter crescido em uma igreja, não entendia a revelação de Deus como Pai. Até que um dia, recebemos um convite para ir a uma cantata de natal em outra igreja (IBNA). Era final de 2002 quando a minha nova vida começou. Em cada música e gestos de dança sentia o Senhor me tocando e demonstrando a sua paternidade em minha vida.

Desde então procurei o conhecer mais.  Compreendi finalmente o TAL AMOR e principalmente a LIBERDADE que tenho para tomar as minhas  decisões. O desejo do nosso Pai desde o início é estar perto de nós, compartilhando cada momento. Nem que para isso tenha visto o seu único filho sendo humilhado na Cruz, só para que Eu e Você tivéssemos o direito de sermos chamados de FILHOS também. Hoje ele te convida a fazer uma escolha, estar mais perto  ou não.

IL