5ª Virada Cultural

•maio 3, 2009 • 6 Comentários

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Bola ao ar. Três corta. 1…2…
- Lucas, olha o Parque Dom Pedro II (ônibus) ai. Let´s go boy.
- Não tenho dinheiro.
- Eu pago.
- Demo, demorou, Demo, demorou!

Correndo…

Assim começou a minha VIRADA CULTURAL. Era pra ser apenas uma tarde costumeira de Sábado, quando esse convite surgiu. Como sempre, não sou de ‘negar fogo’ e lá estava Eu, Ela e Ele indo pro centro da cidade de SP, sem saber direito o que estava por vim. Apenas com dinheiro no bolso, sorriso no rosto e expectativa de um dia bom!

Ao chegar ao centro tratamos de providenciar um guia do evento, tornado assim a nossa estadia mais confortável pelas ruas frias. Logo, uma das atividades nos chamou a atenção, e decidimos ir até a Rua Jandaia, 218 para conhecer o TEATRO DOS ARCOS e ter uma FELIZ VIDA FELIZ. Após algumas ‘brisas bizarras’, embalagens amassadas, encontros e desencontros, finalmente entramos, ficamos e conhecemos o tal de ‘pintinho’ e uma ‘professora muito convencional’ hahaha.Aplausos…Aplausos…Aplausos…hora de partir.

Outra vez o tempo demonstrou-se implacável e já era tarde. Havíamos combinado com um casal de amigos de nos encontrar, e pra nossa surpresa, ao cruzar a esquina lá estavam eles. Abraço apertado, sorriso dobrado, a festa estava começando… ops…não pra Ele. Teve que se despedir e voltar pra casa para terminar um trabalho de Rádio-Novela, fez falta! Agora estávamos Eu, Ela e o Casal só de curtição pela noite.

Depois de algumas horas, o casal também foi embora e por alguns motivos Eu e Ela resolvemos ficar e virar literalmente. Então, liguei para um dos meus melhores amigos, mas ele não pode ir fazer companhia pra gente, infelizmente. O que fazer agora? Decidi mostrar a Ela o teatro da Praça que fui há alguns meses, e depois descemos para a República e ficamos sentados em uma esquina qualquer só curtindo a ‘paisagem’. Até que o sono chegou e fomos pra casa.

- Bom dia! Disse Ela com cara de amora amassada.
Nem acreditava que já era dia, mas sabia que ainda era DOMINGO e que a virada não tinha acabado. Então acordei, me animei e depois de uma ‘rota alternativa’ encontramos Ele novamente para voltarmos a Virada.

Desta vez o roteiro já estava definido, e juntamente com O COLECIONADOR DE CREPÚSCULOS e JOGANDO NO QUINTAL terminamos um final de semana inesquecível, daqueles que certamente contaremos para os nossos netos e ficaremos felizes em lembrar. Valeu apena êê!

Voltoembrevedesgrudanão!

OBS: CORINTHIANS É CAMPEÃO PAULISTA DE 2009! \o> HAHAHA.

Papagaio de Pirata

•março 3, 2009 • 11 Comentários

papagaio-de-pirata-prp3Assistindo ao noticiário esses dias me deparei com um fato no mínimo curioso. Entre noticias revoltantes e trágicas, eis que surge a natureza. Confesso que não contive o riso. Uma senhora de 81 anos usará um papagaio para ocultar os seus crimes. Segundo o delegado, atrás da aparência frágil e doce se escondia uma perigosa traficante e agenciadora sexual. Os atos eram cometidos no centro do descaso, ou melhor, no centro de São Paulo em um belo apartamento que continha em sua entrada uma gaiola e um papagaio (O Fofinho). O mesmo tinha a tarefa de alertar a “doce senhora” caso houvesse pessoas estranhas passando pelo corredor, evitando que ela fosse atrapalhada em seus negócios. Por algum motivo desconhecido, o papagaio não emitiu o costumeiro sinal naquele dia e a policia conseguiu executar a prisão. A zoóloga que recebeu o animal no centro de reabilitação, disse que ele jamais conseguirá viver em seu hábitat natural novamente e, pediu para que as pessoas não comprassem animais silvestres! Até parece história né? Mas é a vida nua, sendo exposta uma vez mais.Depois de digerir a informação, fiquei a me perguntar; quantos papagaios de pirata ainda existem nesta “selva de pedra”? Não me refiro apenas aos pobres animais irracionais, me refiro às pessoas que são usadas por outras para cometerem as mais perversas atrocidades, a realizar os desejos mais profundos, e até mesmo incitados a levarem uma vida completamente diferente do que gostariam. Não que isso as façam sentirem-se más ou menos vivas, e que de tanto respirar o mesmo ar não se importam mais. Assim como o papagaio que fora criado para liberdade e que depois de um tempo aprisionado não sente falta e nem sobreviveria em outro lugar, são. Será que se um dia o papagaio experimentasse a liberdade, voltaria ao seu Pirata? Resta a dúvida, nada mais.